A medicina regenerativa em dermatologia visa estimular os mecanismos naturais de reparação e renovação da pele, promovendo a melhoria da sua qualidade, vitalidade e envelhecimento saudável, respeitando a identidade e a história de cada pele. Podem ser integrados como adjuvantes em protocolos de rejuvenescimento, tratamentos capilares, cicatrizes e feridas, potenciando os processos naturais de regeneração e reparação da pele.
No consultório são utilizadas terapêuticas de medicina regenerativa, nomeadamente PRP (Plasma Rico em Plaquetas) e exossomas, que podem ser integrados em protocolos de tratamento.
O PRP (Plasma Rico em Plaquetas) é uma terapêutica biológica autóloga, obtida a partir do próprio sangue do paciente, rica em fatores de crescimento sendo administrado por mesoterapia.
Estes fatores de crescimento libertados pelas plaquetas estimulam os processos naturais de reparação e regeneração tecidular e a produção de colagénio, promovendo melhoria da qualidade, textura e vitalidade da pele. Podem também contribuir para a modulação da inflamação, para a melhoria de cicatrizes e para uma maior uniformidade do pigmento cutâneo. É utilizado com particular enfoque nos tratamentos capilares nos quais o PRP estimula a atividade dos folículos pilosos e pode contribuir para a melhoria de diferentes causas de queda de cabelo, ajudando a fortalecer os fios e a favorecer o aumento da densidade capilar.
Os exossomas são vesículas extracelulares envolvidas na comunicação entre células. Em dermatologia regenerativa, são utilizados exossomas de origem biotecnológica, processados em laboratório segundo rigorosos critérios de segurança e qualidade. Podem ser administrados após procedimentos como o LASER de Túlio UltraTM.
A medicina regenerativa não impõe resultados artificiais: ativa a inteligência biológica da pele, promovendo resultados progressivos, naturais e duradouros, em sintonia com o tempo e com cada pessoa.